Ser, Fazer e Ter

Sabemos que o procedimento da mudança passa por uma transformação em níveis concêntricos: começando com o exame do mais profundo, que se refere à nossa Auto-Imagem (Ser), passando pelo médio, que se refere à nossa Auto-Confiança (Fazer) até à camada mais superficial, que se refere à nossa Auto-Realização (Ter).

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Quando usamos técnicas persuasivas e até hipnóticas direcionadas ao inconsciente em um processo mais orientado a objetivos, como o Coaching, a pressuposição é inversa. Nosso propósito é que, utilizando um estímulo inconsciente para superar uma questão limitante específica, estamos “musculando” a nossa capacidade de tomar decisões e resolver problemas. Isto é, começamos por mudanças na Auto-Realização (o Ter) e assumimos que isto trará uma maior Auto-Confiança (o Fazer) e melhorará a auto-imagem (o Ser).

A premissa é que isto trará resultados mais rápidos, pois obteremos êxitos pontuais e os utilizaremos para “arrumar a casa”, em termos mentais. No entanto, isto não descarta um trabalho em paralelo com a Psicoterapia, se for necessário.

Como é o processo? Usualmente uma mudança de comportamento é estudada e analisada durantes as primeiras quatro semanas (prazo para Análise da Questão), depois são elaboradas idéias e abordagens durante mais quatro semanas (prazo para o Desenvolvimento do Projeto de Decisão) e mais quatro semanas para a implementação da Solução Adotada. E as últimas quatro semanas são deixadas para a Revisão, avaliação e correção das soluções.

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