Aprendizagem, Coaching, Gestão

Os 20 maiores livros de autoajuda já escritos

Algumas pessoas, mesmo sem ler, tem uma postura crítica sobre qualquer livro que cheire a autoajuda. Eu, ao contrário, considero a literatura de autoajuda como uma excelente fonte de estudo – para mim, ler biografias, narrativas de viagens e histórias, mesmo romanceadas, só valem a pena porque retiramos delas idéias, conceitos e visões de mundo que nos enriquecem.

Ler nos faz crescer por dentro, multiplica as visões de mundo, reduz os preconceitos. Assim, a literatura de autoajuda é somente mais uma forma das pessoas condensarem o seu conhecimento, a pesquisa que fizeram, e publicarem a sua interpretação de uma forma agradável para seus leitores. Este tipo de livro é como um curso – é a interpretação de um determinado indivíduo do que é importante saber em um determinado campo do conhecimento ou em uma determinada linha de ação. Só que um livro é dezenas – as vezes centenas – de vezes mais barato do que um curso… Até me admiro de pessoas que fazem cursos de assuntos totalmente inovadores, sem ao menos terem lido um ou dois livros do assunto, para não desperdiçarem tempo demais apenas para se familiarizar com a terminologia da área.

Sim, há livros de autoajuda fracos – com bases científicas incorretas ou insuficientes. Mas também os há em muitas outras áreas – até em livros científicos oficiais. E os há aqueles que disseminam preconceitos ou idéias perigosas. Porém, assim como na leitura usual em outras áreas, o verdadeiro leitor aprende a filtrar as idéias que recebe, sem se vulnerabilizar demais ao autor. Aquele que lê e absorve completamente o que lê, sem raciocínio crítico – a esse devemos recomendar que leia menos? Não, ao contrário, devemos recomendar que leia mais, e exercite mais o seu pouco exercitado músculo do pensar…

Navegando no site Daring Adventure, deparei com uma ótima lista de livros de autoajuda (em inglês). Não os li a todos, mas faço como meta deste ano ler os vinte. São excelentes. Nem todos são considerados autoajuda e provavelmente alguns autores devem recusar tal título. Mas o que interessa é que a sua leitura abre a mente e nos ensina novos e melhores comportamentos. E isso não é a definição melhor para a autoajuda? No entanto, se não aceitar tal título fará que tenham um público melhor, não são autoajuda – são textos excelentes, com um bom equilíbrio entre a ciência e o bom-senso, e se possível, leia-os todos. E que eu saiba, todos tem versão em português.

http://www.adaringadventure.com/life-coaching/the-20-greatest-self-development-books-ever-written/

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