Visualização

Podemos usar a Visualização Criativa e as técnicas da Lei da Atração para ganhar na Mega-Sena?

Não adianta pensar em usar “a técnica do Segredo” sem conhecer a essência filosófica do que significa viver de acordo com a Harmonia com as Leis Mentais. E querer se concentrar em ganhar jogos de azar – o próprio nome já diz – é um convite para a frustração.

Não é só visualizar e confiar. Não é só acreditar que é possível e sentir-se bem, recebendo. È necessário saber-se exatamente o que se quer. Refletir e descobrir como manifestar a sua essência e expressá-la criativamente, em sua vida. Expressar a si mesmo e transformar a sua vida em um modo do Universo se tornar um lugar melhor. Este é o objetivo de se harmonizar com as Leis Naturais. Não se faz isso lutando contra estas leis.

Na maior parte das vezes, quando a pessoa pensa em ganhar um jogo, pensa em ter muito dinheiro. Mas, o que está por trás deste desejo? O que a pessoa quer mesmo é ter conforto e segurança financeira, correto?

Há milhares, infinitas maneiras de se ter isso. Ganhar no jogo é uma delas, e não vou dizer de antemão se isto é correto ou não – afinal, alguém sempre ganha. Só que, quando se entra em um jogo, todos aceitam de antemão, tácitamente, que a probabilidade é a mesma para todos. E a probabilidade é uma Lei do Universo, também chamada de Acaso, que é o verso do qual o reverso é a Sincronicidade, a não-causalidade criativa e significativa.

É possível singrar pelos mares das “coincidências significativas” – sincronicidades – mas não desafiar diretamente a probabilidade estatística. Não é de bom-senso acreditar em interferir diretamente na queda de bolinhas numeradas em uma esfera perfeitamente circular, pois não é disso que a Lei da Atração versa. Não colocamos leis físicas contra leis mentais, em disputa, pois isso não é o Princípio da Harmonia subjacente ao Universo. Isso é o equivalente ao “desafiar a Deus para provar que ele existe”, e não costuma ser uma boa idéia, como a metáfora da tentação do diabo à Jesus no deserto nos mostra (Mt 4, 1-1).

Podemos, sim, focalizar a nossa atenção em que temos, já, imediatamente, a abundância, o conforto e o bem-estar, tanto financeiro quanto em todas as outras esferas da vida. E manter a nossa mente aberta pra as infinitas formas de manifestar e concretizar esta forma de pensar. Poderemos trabalhar mais, ou trabalhar diferentemente, ou fazer contatos que nos tragam mais oportunidades, e até aproveitar melhor as oportunidades inesperadas que aparecerem, pois estaremos mais perceptivos a elas. Talvez até participemos de um jogo e ganhemos. Esta pode ser uma inesperada e muito agradável forma de agilizar as coisas. Mas não deve ser o foco principal de nossos pensamentos.

A algum tempo atrás eu estava precisando de dinheiro para algumas necessidades imediatas. Não tinha fonte de renda fixa, meus trabalhos de treinamento ainda estavam incipientes, estava de volta a morar com minha mãe, e sentia-me um pouco insatisfeito de estar contando tostões, calculando o dinheiro que entrava para verificar se cabia no quanto saia…

Um dia eu parei para pensar e disse para mim mesmo: “seria muito bom receber uma bela quantia inesperada!”. E devaneei por algum tempo nisso. Pensei em jogar – porque não? – mas também pensei em trocentas outras formas. O principal foi me concentrar no prazer que seria receber uma bela quantia inesperada, e sentir-me usando aquilo para minhas necessidades do momento.

Passaram uns quinze a vinte dias e telefonou para minha irmã um advogado. Meu pai, que já tinha morrido a alguns anos, estava como parte de um grupo de ex-ferroviários (ele trabalhou para a Central do Brasil) que tinha uma ação na justiça a mais de vinte anos. E, quando a ação foi vencida, os advogados precisavam encontrar os participantes, ou seus herdeiros, para receberem a parte devida, e, é óbvio, receberem as suas comissões.

Assim, minha irmã e eu recebemos uma boa bolada. Nada tão grande quanto uma mega-sena, mais um bom dinheiro muito bem-vindo. E inesperado. Foi uma das inúmeras vezes que constatei, na prática, o poder da Lei da Atração, mesmo antes deste assunto estar tão em voga. Coincidência? Talvez. Sincronicidade? De minha parte, acredito que sim.

Eu, pessoamente, não tenho o hábito de jogar na mega-sena. Não sinto intuitivamente que devo jogar. Jogaria, se minha intuição me dissesse que deveria fazer isso. Volta e meia me pego devaneando o que faria se recebesse dez ou doze milhões. Mesmo sem jogar, a primeira coisa que fiz foi planejar detalhadamente o que faria com tal soma de dinheiro. O quanto aplicaria, em que investimentos, e o que faria e compraria com o restante. Tenho certeza que chegarei a um momento que terei bastante dinheiro. Pode ser que seja participando de um jogo ou como resultado de um projeto ou trabalho meu. Existem inúmeras formas e não me preocupo em escolher o como obter este resultado. Estou aberto a todas as maravilhosas oportunidades que o Universo me propiciar.

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