O Futuro da PNL e do Coaching

Transcrição da palestra ocorrida no dia 30 de Maio 2005 no MSN, com a participação de 14 pessoas.
Azevedo: Chamando todos para a palestra. Ana.gaia: ana aqui

Azevedo: Boa Noite! Temos nove presentes. E nove interessados, que se cadastraram, mas ainda estão off-line.

Marianne: ueba, boa noite a todos(as)

Brito: Boa noite!

Azevedo: Podem teclar de qual cidade e estado estão falando?

Mauro : Curitiba

Azevedo: Estou no Rio de Janeiro, capital do Rio de Janeiro.

lainfor2000 : Ribeirão Preto

Marianne: Legal, Itajaí / SC

ana.gaia: ana , de porto união , sc

Brito: estou em Jundiai-SP

Azevedo: São Paulo e Santa Catarina estão em maioria. Parabéns!

Arline: Estou no Rio de Janeiro também

Carol: Ops. Não é Carol, é o Inté+ Mauro usando o computador da esposa.

Azevedo: Eu vou começar pontualmente as 00:05.

Azevedo: Aos que estão presentes esta noite, esta é o primeiro encontro da Comunidade da PNL brasileira via chat, pelo MSN. Eu queria fazer um pedido a vocês: neste momento, retirem do nome de sua ID as propagandas ou frases bonitinhas, de efeito. Isto é, entrem agora em “Tools – Options… – My Display Name – e cortem tudo o que está escrito ao lado do nome, só deixando um nome bem curtinho, assim como o meu: Azevedo. E colem estes textos adicionais em “Type a personal message”. E depois apertem em “OK”.

Azevedo: Somos 11 agora.

Eduardo: boa noite a todos

Brito: boa noite!

Azevedo: Diga de qual cidade é, Eduardo.

Eduardo: vitória, ES

Azevedo: Ok, já fizeram? Então vamos começar. Em primeiro lugar, gostaria de fazer uma enquete: o horário escolhido é adequado ou não? Vocês gostaram de meia-noite ou prefeririam mais cedo? Qual é o melhor dia da semana e horário?

ana: 23 era melhor

lainfor2000 : sim

Marianne: está ok

Azevedo: Pense em dia da semana. É para o próximo.

Mauro: 23

ana: segunda é bom

lainfor2000 : sexta-feira

Eduardo: p/ mim está ok, tanto o dia da semana qto o horario

Azevedo: Boa noite, Tatiana.

Brito: 23 horas estaria Ok para mim também. 24 está Ok também, mas se fosse as 23 melhor dia da semana também Ok.

Azevedo: Diga a sua cidade e vote qual é o melhor dia da semana para a reuniao.

Tatiana: Tatiana de Vitória – ES
segunda está bom. 24h é melhor… infelizmente ainda uso linha discada

Arline: Segunda-feira, tudo bom. Meia noite é tarde para mim. Faria poucas vezes se permanecesse neste horário.

Azevedo: Afinal, quantos aqui usam linha discada?

Eduardo: eu uso

Tatiana: Eu também.

Arline: Estou na banda larga

Mauro: eu — aqui em casa

Marianne: Azevedo , a questão é aula a noite … mas, no meu caso chegarei em tempo , mesmo sendo 23 horas

ana: se é pra ficar melhor para todos , fiquemos com 24 h, então

Azevedo: Em 12 pessoas, temos 25% de linha discada. Isto é, fazer a reunião durante a semana às 23 horas sairia caro para alguns.

Azevedo: A alternativa é fazer domingo pela manhã.

Mauro : Ok, nem pensar!

Eduardo: domingo pela manhã para mim também é legal

ana: 24 horas de segunda

Tatiana: é difícil ter tranqüilidade num domingo de manhã… rs rs

Arline: Quase todos os domingos deste ano, estou em treinamento.

Azevedo: Então, por enquanto, fica definido: a próxima reunião, em Junho, ainda será Segunda à Meia-Noite.

Mauro: o meu problema é que provavelmente estarei bêbado, enfim…

Marianne: Ok

Brito: Pra mim tudo bem

Azevedo: Tomem um bom café e vamos começar.

Brito: vamos nessa

Azevedo: Nosso objetivo aqui é falar do futuro. O futuro da PNL e do Coaching. Isto é, teremos um bate-papo virtual sobre “O Futuro da PNL e do Coaching” no MSN. Eu falarei por uns cinco minutos sobre a minha opinião das tendências futuras. Peço que aguardem, com paciência, eu completar a minha “palestrinha” antes de postar alguma pergunta ou discussão. É similar a uma palestra ao vivo: dúvidas, no final.
A propósito, vocês configuraram os seus MSN para salvarem os logs das conversas? Senão, não tem problema. eu postarei este log de chat na lista PNL-Brasil. Mas, para facilitar, busquem escrever da forma mais legível possível. Sem muitas abreviaturas, por favor.
Retomando: Atualmente estamos desenvolvendo um esforço para aumentar a sinergia entre os vários institutos de PNL no Brasil. Acreditamos que o futuro da PNL e do Coaching acontece com uma maior colaboração de todos os practitioners, masters practitioners e trainers, e especialmente dos fundadores. O reforço das conexões entre os fundadores é a base de uma PNL brasileira integrada, com uma estrutura de formação e certificação – mesmo que a PNL não seja profissão, e sim uma área do conhecimento. Por isso eu convidei alguns fundadores e instrutores renomados para falar também neste evento.
Antes de abrirmos os debates para falar do futuro da PNL, precisamos relembrar os esforços que já estão sendo feitos neste sentido, para preservar o Movimento da PNL aqui e no mundo.
Não sei se vocês sabem, mas há um esforço internacional de ampliar o uso da PNL e utilizá-la da maneira adequada. Eu traduzi uma parte do que está escrito em inglês no site http://nlpu.com – NLP University (Universidade da PNL), pois acredito que serão úteis nesta discussão.
Aqui vão eles:
O ponto mais importante do desenvolvimento da PNL no mundo é o trabalho sobre Valores compartilhados da Comunidade Internacional de PNL. Este assunto pode ser lido no site http://www.nlpu.com/Values.html .
Em essência está lá que Valores são qualidades desejáveis. Isto é, aquelas qualidades intrínsecas que desejamos ou procuramos obter, e que estão por trás de nossa descrição de objetivos e metas. São sentimentos de realização, e, por definição, são qualidades abstratas. Os valores são a base da motivação. Valores compartilhados são a base da ética e da cultura.
Valores compartilhados dão um sentimento de rapport. Os valores apoiam a Identidade e a Missão de um indivíduo e dão o reforço (motivação e permissão) que promove os comportamentos particulares.
Muitas pessoas pensam na PNL como um grupo de técnicas e de modelos integrados, tais como um kit “3 em um” e pensam que são uma caixa de ferramentas sem um coração. Os princípios e as ferramentas e as habilidades da PNL, no entanto, pressupõem determinados valores e dão a base emocional para um determinado compromisso. Os praticantes de PNL devem compartilhar os valores chaves que dão ímpeto à sua participação.
Em Junho de 1997- exatamente oito anos atrás, 190 trainers de PNL,como também autores, desenvolvedores e fundadores de institutos de PNL se reuniram em Santa Cruz, como membros do Projeto de Liderança da Comunidade de PNL (NLP Community Leadership Project).
Seu objetivo foi criar uma visão sobre o futuro da PNL e das regras em que esta atuaria no futuro. Também definir caminhos da forma como a PNL pudesse expandir suas comunidades e sistemas e formular projetos comunitários.
Os participantes formaram 23 grupos de trabalho, na área de Ambiente, Saúde, Comunicação e Rede de Contatos, Família e Comunidade, Pesquisa, Relações Inter-Culturais, Epistemologia e Modelagem, Meios de Comunicação de Massa (Mídia), Direitos Humanos, Espiritualidade, Educação, Gestão de Negócios, Liderança, Política, Arte e Criatividade.
Cada grupo desenvolveu uma visão e como colocá-la em prática; e um documento de mais de uma centena de páginas foi publicado, sendo disponível para todos os praticantes de PNL e institutos ao redor do mundo. Um resumo deste documento está disponível no site da Universidade – http://www.nlpu.com – em inglês.
Com o sucesso deste encontro inicial foi planejado um segundo encontro. Ficou claro que esta era apenas a fase “Sonhador” do processo criativo. Os participantes começaram a desenvolver oportunidades para se preparar para o estágio de “Realista”, da fase de planejamento e ação.
Com isto em mente, de 27 de Julho a a 8 de Agosto do ano 2000, foi realizado um segundo encontro mundial, intitulado de NLP Millennium Project. Este projeto envolve discussões de como cada representante pode se tornar um afiliado regional, para assim poder levar a diante os objetivos de planejamento e adaptação às características regionais.
Este tipo de afiliação não é uma afiliação paga, mas sim uma afiliação voluntária, com compartilhamento dos valores e aceitação das linhas guias e protocolos de colocação destes valores em ação. Ao invés de impor uma estrutura hierárquica de padrões e ética ou regras, o Projeto Millennium acredita ue os membros da Comunidade de PNL devem aprender a compartilhar valores essenciais. E assim acabarem chegando a um consenso e interação entre todos, para se conduzirem de forma profissional.
Um dos propósitos do primeiro encontro foi o começo do diálogo e partilhamento das idéias sobre o que se pensava ser a maneira de elevar a auto-estima da comunidade de PNL e aumentar o networking entre eles. As afiliações podem nos permitir trabalhar em conjunto e obter um maior nível de habilidade e harmonização.
Talvez o mais importante seja a satisfação pessoal dos membros, pois poderão trabalhar de maneira mais próxima a seus colegas, encontrando meios de partilhar boas idéias e resolver assuntos comuns.
As atividades ocorridas em 1997, durante a Assembléia da Comunidade Internacional de PNL incluíram:
– Planejamento de encontros de implementação
– Encontro da Academia de Tecnologia do Comportamento
– Encontro do Projeto de Mentoring
– Workshops para practitioners e masters
– Workshops específicos para trainers
– Projeto para Liderança Jovem e “NLP Olympics”
– Assembléia das Nações Unidas da PNL – assinatura do Protocolo de Construção da Comunidade
– Encontro da Comunidade da Saúde Mundial – apresentação de Projetos de Pesquisa
Países representados: Argentina, Inglaterra, Estados Unidos,
Austrália, França, Áustria, Alemanha, Bélgica, Grécia, Hong Kong, Escócia, Itália, Japão, México, Noruega, Bulgária, Bulgária, Canadá, Rússia, Suécia, Suíça, Taiwan, Turquia, Dinamarca.
Participantes do Brasil:
Marize Peron Amatucci
Eloisa Monteiro Braganza
Solange Camargo Brascher
Deborah Epelman
Cristina Zouein
Alain Moenaert
Allan F. Santos, Jr.
Mariangela Santos
Elysette Lima da Silva
Humberto Villela Vieira
A Assembléia realizada em Santa Cruz, Califórnia – o berço da PNL – que foi intitulada de NLP Millennium Project, foi um dos mais inspiradores encontros ocorrido. Institutos ao redor do mundo foram coordenados pela NLP University, com 110 participantes, de todo o mundo, entre trainers e fundadores.
Países representados:
* Argentina, Austria, Bélgica, Brasil, Bulgaria, Canada, Denmark, Inglaterra, França, Alemanha,
* Grécia, Hong Kong, Irlanda, Itália, Japão, Latvia, México, Noruega, Polônia, Rússia
* Escócia, Sérvia, África do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Taiwan, Turquia, USA
O Millennium Project consistiu em discutir três temas ou “linhas de sinergia” cuja finalidade era criar um contexto que suportasse a visão, a liderança e a aprendizagem:
1. As habilidades novas e os desenvolvimentos que se relacionam à meta-liderança, co-liderança, habilidade de transmissão-trans-cultural, treinamento de negócios, negociação ganha-ganha e mudança de alto nível.
2. aprendizagem projeto-baseada escorada na conclusão e na atualização dos temas dos projetos de liderança da comunidade de NLP iniciados em 1997.
3. Desenvolvimento de afiliações da comunidade, networking e infra-estrutura baseados em valores, e uma visão comum sobre o futuro e a utilização das novas tecnologias da área de comunicações para estreitar o relacionamento dessas comunidades.
Esta estrutura foi facilitada por Robert Dilts, Judith DeLozier e uma variedade de instrutores conhecidos (Robert McDonald, Michael Hall, Ian McDermott, Tim Hallbom, Suzi Smith, e outros).
Os membros do Projeto Millennium deram forma a 14 equipes para desenvolver projetos da relevância profissional e social. A lista dos temas cobertos por estes projetos:
1. Artes e criatividade
2. Liderança
3. Negócio.
4. Comunidades Sustentáveis
5. Mágica
6. Liderança
7. Modelagem do Processo de Grupo
8. PNL e crianças
9. Desenvolvimento Organizational
10. Sintaxe Somática
11. Espiritualidade e PNL
12. Sistemas de Pensamento
13. Saúde Integral
14. Estratégia Ganha-Ganha
Um dos objetivos do Projeto Millennium no verão de 2000 era identificar alguns dos valores essenciais, nucleares, que tornam a PNL uma comunidade global. A identificação destes valores pode ajudar na solidificação das relações entre as pessoas da comunidade, como também atrair outras pessoas que também compartilham destes valores. E também definir linhas-guia éticas para a prática de NLP.
A comunicação destes valores aos grupos e à comunidade profissional pode reforçar a credibilidade da PNL e aumentar a aceitação sobre as motivações dos practitioners de PNL.
1. Cada membro do grupo compartilhou seus valores pessoais para a formação do núcleo. Perguntou-se a todos sobre sua Missão Pessoal” e que respondessem a pergunta: “Porque você está envolvido com a PNL?”, “Qual é a contribuição da PNL ao mundo?”.
2. Foi feita uma lista de valores-chaves e dos critérios dos membros dos grupos.
3. Identificados os valores mais profundos, em um nível mais elevado (Core Value), foram definidas em poucas palavras e frases que representem estes valores.
Assim se encontraram os valores abaixo:

Os doze valores do núcleo da comunidade global de NLP
Estão definidos de acordo com a hierarquia da importância dada pelos participantes ao todo. Isto foi determinado somando cada avaliação dadas a cada valor pelos indivíduos que fizeram parte do exame.
1. Utilidade: Ser pragmático e objetivo-orientado. Para procurar fazer uma diferença, com foco em aplicações práticas. Buscar usar todos os recursos disponíveis para alcançar um objetivo. Para pensar e agir com a extremidade na mente. Para encontrar-se com necessidades em uma maneira objetivo-orientada e verificável.
2. Integridade: Buscar a congruência na linguagem e na ação. Alinhar a opinião, os valores e o comportamento aos valores do núcleo. Integração de todos os aspectos do trabalho da PNL, seja qual for a área de atuação individual.
3. Respeito: Para reconhecer limites pessoais. Para honrar o potencial interno de uma outra pessoa. Para escutar e dar a espaço às outras necessidades e expectativas. Para dar a todas as pessoas o espaço e o tempo iguais. Para pedir permissão. Para manter uma consideração positiva incondicional para outra. Para honrar as contribuições originais de cada pessoa.
4. Ecologia: Para trabalhar sempre dentro do resultado bem-formado da outra pessoa. Para responder a nossos próprios sinais do congruência. Para ser orientado sistêmicamente. Para considerar as conseqüências de nossas ações. Para respeitar a intenção positiva. Para alcançar resultados equilibrados. Para procurar manter um contrapeso saudável entre todos os sistemas. Para considerar nosso impacto em cima do sistema maior.
5. Criatividade: Para sermos construtores livres de nossas próprias vidas. Para estar aberto às possibilidades. Para não aceitar um dado como uma informação. Para encontrar perguntas novas. Para fazer modelos novos. Para encontrar maneiras novas de alcançar um objetivo. Para incentivar os outros a expressar e compartilhar de seus sonhos internos. Para desafiar constantemente a maneira como nós fazemos coisas e para inovar sempre.
6. Amor (Universal): Para fazer exame em segunda posição com o outro (colocar-se em seus sapatos). Para conectar com a fonte de energia dentro do outro. Para sentir e mostrar a compaixão pelo outro. Para aceitar os outros como são. Para oferecer um espaço onde algo possa acontecer e mudar. Para avaliar-se, e para avaliar os outros como nós mesmos. “ver” e reconhecer o melhor no outro.
7. Liberdade: Para ter a escolha. Para adicionar mais escolhas. Para poder escolher. Para permitir que outros façam escolhas para si mesmos. Para apresentar nossos pensamentos e sentimentos sem medo da retribuição. Para honrar a pessoa que prossegue em seu próprio desenvolvimento.
8. Diversidade: Para não ter medo da diferença. Para dar boas-vindas ao desafio da diferença. Para ver o valor em todos os mapas do mundo. Para reconhecer e honrar e avaliar as diferenças em outras. Para aceitar estilos diferentes. Para incluir perspectivas diferentes. Para respeitar culturas diferentes.
9. Elegância: Para procurar o trajeto mais curto e mais simples a um resultado. Para procurar a beleza e a simplicidade. Para agir com graça. Para selecionar o trajeto e as ferramentas que permitem que nós realizem o a maioria com menos esforço.
10. Profissionalismo: Para trabalhar com competência, criatividade e alegria. Para observar precisamente. Para ajustar padrões elevados. Para saber nossos limites. Buscar o modelo de excelência. Para ser congruente, desobstruído e hábil em todas as vezes em que em algum contexto nós formos representantes da PNL em algum campo. Para saber o que nós estamos fazendo, e para fazer o que nós sabemos. Para poder demonstrar todas as habilidades de PNL. Para manter-se aprendendo.
11. Flexibilidade: Para ter mais possibilidades no comportamento. Para ter mais instrumentos para o trabalho. Para poder ter uma grande escala de maneiras para alcançar um objetivo. Para estar aberto à mudança e às adições das influências externas. Para adaptar-se aos povos diferentes e às situações. Para poder ajustar e adaptar-se às situações inesperadas. Para utilizar corretamente e reagir ao gabarito que nós começamos.
12. Criando uma Comunidade Artística: Para promover a conexão e a parceria para os projetos futuros. Para ter o interesse no “nós.” Para agir no serviço a outro. Para avaliar os presentes que diferentes cada pessoa traz. Para criar a afiliação e a associação que incorporam a variedade larga dos aspectos da expressão humana.
Alguns outros valores notáveis incluíram: Curiosidade e Aventura; Humor e Autenticidade.
Deve-se recordar que estes não são deveres éticos no estilo de “operadores modal rígidos” (isto é, “obrigações”). Essencialmente são os princípios que nós aspiramos por aplicar de forma mais consistente em nossas interações pessoais e profissionais.
Agora que eu já apresentei a essência do que foi o Projeto Millennium, gostaria de pedir que a Arline Davis, como formadora da PNL, que falasse alguma coisa aos participantes sobre o Projeto Millennium ou sobre as intenções da PNL para o futuro. Arline, está aí?
Agora, vale a pena lembrar que começamos, em 2003, um ainda tímido movimento brasileiro para unificar os formadores. Este movimento está evidenciado na página http://br.groups.yahoo.com/group/formadores-pnl-brasil/ , mas para fins deste debate vou resumir aqui:
Em Agosto 2003 uma Carta Aberta foi enviada a todos os Institutos formadores de Practitioner, Master Practitioners e Trainers em Programação Neurolingüística (PNL) do Brasil, no intuito de convocar uma união de esforços com vistas a aumentar o prestígio, a qualidade e a relevância da PNL na sociedade.

Arline: Estou aqui, relembrando o evento. Teve uma dinâmica específica em que elaboramos a lista.

Azevedo: Sim, eu comentei sobre ela, mas não estive presente. Pode comentar o que se discutiu no Evento sobre o futuro da PNL?

Mauro: Os ” formadores” se basearão nestes princípios ou há possibilidade de reformular, aprimorar ou mesmo incluir algo tropicalizado?

Arline: Na minha opinião, a proposta de regulamentar é que está pegando. Acredito no caminho de criar laços em que agrega para cada um dentro de sua percepção subjetiva. O que faria com que os institutos ficassem motivados a unirem?

Azevedo: Mauro, é por isso que começamos um movimento de união aqui no Brasil. Em 13 de Setembro 2003, durante o transcorrer do I Congresso Pan-Americano de Programação Neurolingüística, no Hotel Glória, Rio de Janeiro, vários participantes do Congresso, principalmente os representantes dos Institutos presentes, decidiram estreitar as relações através desta Lista de Discussão, e definir objetivos comuns.

Arline: Mauro, acho importante constantemente aprimorar, mesmo para o mesmo local geográfico. No evento do 2000, foi muito um fórum para apresentação de trabalhos dos treinadores convidados. Para os participantes, formamos estes grupos de trabalho com o intuito de ensaiar umas colaborações

Mauro: Ok. Não há um compromisso rígido com o que foi estabelecido no congresso? É possível deixar as regras éticas menos subjetivas e mais claras a realidade brasileira? Há interesse dos institutos nisso – e por que?

Azevedo: O debate atual aqui no Brasil é voltado especificamente para a discussão do uso profissional da PNL e sobre a qualidade e homogeneização dos cursos de formação, particularmente no nível de Master Practitioner, Coaching, Trainer e Master Trainer, já que o nível de Practitioner não visa especialmente a uma profissionalização.

Mauro: Ops, desculpe Azevedo já está liberado o debate ou me apressei?

Azevedo: Mauro, eu por enquanto liberei só a Arline, pois ela foi testemunha viva do Projeto Millennium. Mas não tem problema.

Mauro: Sorry

Azevedo: Arline, mais alguma coisa?

Arline: Interessante, quanto mais avançado na formação, mais caminhos e opções existem. O Master Practitioners são mais diferentes entre si do que o Practitioner. Tem a ver com a linha de cada um e as preferências. Acho que o ganho do Projeto Millennium foi o encontro SEM a intenção e homogeneizar.

Azevedo: Ao meu ver, a principal discussão atual, aqui no Brasil é igual ao que estava antes do Projeto Millennium: como deve ser o trabalho em conjunto dos institutos: fazer uma associação formal, no estilo de um Conselho de Auto-Regulamentação, ou apenas estreitar as parcerias entre os vários institutos, mas manter como está, cada um trabalhando por si mesmo.
Confesso a vocês que eu ERA da opinião da primeira postura: um órgão da PNL, supra-institutos, seria uma forma de homogeneizar as diferenças, supervisionar os masters e trainers em seu trabalho, fornecendo um aval de sua competência, e uma forma de propagandear a PNL em conjunto, criando um porta-voz da área.

Arline: quero dizer alinhar valores enquanto permite uma diversidade de estratégias. A PNL, podemos dizer, uma arte-ciência com a margem de criar.

Azevedo: Ao estudar o Projeto Millennium, percebi mais claramente que a PNL deve ficar sem este tipo de amarra, tal como um conselho de auto-regulamentação. Isto porque só funciona uma estrutura dessas quando há uma homogeneização muito grande no formato de trabalho.
E, como a Arline disse, a PNL é livre demais para isso. No entanto, ao mesmo tempo que corria aqui esta iniciativa, o Coaching se instalou como opção profissional. E, aos poucos, fui entendendo que a PNL deve se conservar como está: uma metodologia e uma fonte de conhecimentos, aberta a todos os profissionais, sejam de psicoterapia, negociação, liderança ou educação, sem que precisem se auto-intitular “profissionais de PNL”.
Por que isso? Por que o Coaching é uma profissão estruturada, com chances de viabilização social, pois não representa apenas uma vertente, uma abordagem do conhecimento.

Arline: Auto-regulamentação…auto-organização é confiar na competência de sistemas vivos. Pois é, tem tantas linhas de Coaching e tantas coisas que funcionam.

Azevedo: Em geral o que é o Coaching? É uma forma de aconselhamento e orientação. Tem uma vertente profissional – Coaching Executivo, Coaching de Carreira, Coaching de Equipes, Coaching Profissional – e uma vertente pessoal – Coaching de Vida, Coaching de Metas.

Arline: Acredito que cada coach, cada practitioner de PNL pode ter uma eficácia com clientes que atrai. Os mesmos clientes não se dariam bem com os mesmos Coaching. Deixe os clientes e coaches se encontrarem. Que cada um aprenda a comuncar para se encontrar da melhor forma para todos.

Azevedo: Sim, concordo, Arline. Mas o Coaching é uma profissão em ascensão, com forte tendência a entronizar-se e ser regulamentado, por pressão do mercado. Talvez em uns dez anos ou até menos… – é provável que os profissionais de Mentoring e Coaching, que utilizam, dentre o seu ferramental, a PNL, prefiram investir em associar-se à comunidade de Coaching, e não a uma comunidade de PNL.
Porque acho que o Coaching crescerá tanto como profissão? Se você ler a matéria “O Futuro do RH”, em http://carreiras.empregos.com.br/comunidades/rh/fique_por_dentro/170804-pn_futur\\o_rh.shtm , observará que a tendência nesta área será cada vez mais abrir um espaço para profissionais externos trabalharem junto da empresa.
O RH moderno deverá terceirizar muitas coisas – e também o aconselhamento. Veja abaixo as principais tendências:
– Ser um líder: ou ele é visto como líder ou ele não vai ser respeitado e seu discurso vai cair no vazio;
– Ter foco em resultados: tanto em resultado do próprio RH, ou seja, a eficiência do RH, como em resultados que tenham impacto no negócio;
O RH deverá ter tudo isso e mais:
– Terceirizar todas as atividades que são commodity do RH devem estar bem resolvidas para que possa se dedicar a questões mais estratégicas,
– Buscar parcerias: enxergar e atuar nas áreas como parceiro, tendo como foco o cliente externo;
– Buscar soluções: por meio do desenvolvimento, do treinamento, da retenção, de comunicação;
– Preocupar-se com talentos: identificar e reconhecer as pessoas que fazem a diferença.
Todas estas tendências privilegiam o Coaching – tanto os profissionais de RH deverão cada vez mais se interessar pela formação de Coaching quanto o serviço de RH formal passará cada vez mais a sub-contratar Coaches externos. Haverá uma saudável troca de Coaches entre empresas, assim como hoje existe os Conselhos em empresas, onde diretores de uma são conselheiros (Coaches) do Board Executivo de outras.
Eis que, por isso, apresento a minha perspectiva sobre o futuro da PNL e do Coaching, para os próximos quinze anos:
– cada vez mais o Coaching se firmará, tanto como alternativa de atendimento profissional como pessoal;
– A PNL não “perderá força”, como pensam, e sim será cada vez mais entendida como uma abordagem conceitual, útil para aplicação profissional de Coaches, psicoterapeutas, professores, gerentes e vendedores, bem como para o uso pessoal. Isto é, ela será um dos substratos conceituais do Coaching;
– Entidades, tais como o ICF – International Coaching Federation – e o ICC – International Coaching Community provavelmente estreitarão parcerias aqui no Brasil, e se tornarão mais fortes.
– O Coachïng provavelmente terá subdivisões – “Coach Profissional”, “Coach Executivo” e “Coach Pessoal”, conteúdos e avaliações diferenciadas para cada um deles;
– Os acordos de auto-regulamentação, que até hoje só se transformaram no Project Millennium, tomará nova força com o entrosamento com a área de Coaching. Aos poucos o novo Projeto Millennium (2006 ou 2007?) incluirá o Coaching em suas discussões;
– A formação de PNL continuará, a nível de practitioners e master practitioners. Mas aos poucos será englobada dentro da formação de Coaching, que deverá ser expandida e reforçada;
– Possivelmente a formação de Coaching deverá se dividir em “Coaching Básico” (que englobará o nível de Practitioners e Master Practitioners e provavelmente buscará ser oferecida com 160 horas de duração) e “Coaching Master” (com também 160 horas de duração);
– Os nomes de marca na formação de Coaching – que são parte do posicionamento mercadológico dos institutos – continuarão sendo usados, mas serão sutilmente ignorados pela comunidade;
– Um prazo de supervisão – Coaching assistido – será aconselhado a todo Coach iniciante, tal e qual existe na formação para Psicanalista (o prazo de seis meses será o mais provável de ser implementado);
É isso que preparei para vocês. Agora vou por em debate aberto o assunto. Sintam-se livres para opinar a respeito, discordando ou concordando com a minha opinião. E também outras opiniões diversas, é claro. É apenas um exercício de futurologia.

Arline: Deve ser assim mesmo. As associações de coaching estão com força. As associações de PNL devem ficar para quem gosta mesmo da PNL.
Uma notícia: haverá um encontro este ano na NLPU para institutos.

Azevedo: ESTÁ EM ABERTO
Comentem também o seu interesse pela PNL e Coaching. Arline, este encontro será uma continuação do Projeto Millennium?

Arline: Posso falar do que estou fazendo agora. Resolvi fazer um nicho de Coaching PNL que tem Practitioner como pré-requisito. Isto dá 145 horas de Practitioner + 80 horas de Coaching PNL. Dá mais ou menos isso, sua idéia de Coaching Practitioner. O encontro é uma continuação sim, estou convocando treinadores e donos de institutos.

Mauro: A abordagem do Azevedo me surpreendeu, estou digerindo ainda. A princípio acho que isso resolve vários problemas. Ninguém mexe na PNL (como os institutos querem), mas cria-se o Coaching com uma estrutura bem mais profissional.

Azevedo: O Coaching se fundindo com a PNL torna a PNL menos visível, mas ela continua sendo muito útil.

Arline: Está havendo um boom. Não sabemos todos os assuntos que o movimento vai levantar

Azevedo: O que acho importante é que os Institutos formadores – de Coaching e PNL – devem melhorar a comunicação entre si.

Mauro: Em certa altura a Arline disse que o cliente deve encontrar o serviço que melhor lhe convier, ms isso também foi feito na PNL e ajudou a queimar a marca no mercado. O profissionalismo é desejado pelo mercado! E ninguem está propondo engessamento de um modelo, só principios éticos e talvez um local para onde os clientes possam
reclamar ou se informar melhor.

Azevedo: A lista de Formadores é para isso. E existem outros caminhos, bem como a necessidade de criar um futuro desejado.

Arline: Aprender Coaching faz com o Practitioner use melhor sua PNL. O Coach que aprende PNL comunica de forma aprimorada, entende coisas importantes sobre a formulação de metas e tem intervenções variadas para usar.

Azevedo: Eu concordo com você, Mauro. Hoje em dia é necessário algum tipo de supervisão sobre o desempenho do Coach e do “Pnelista”, sob pena de criar má reputação.

Mauro: Ok, Azevedo, útil e base, mas a ´boa´ PNL — não todo aquele oba-oba que grudou com o tempo a tiracolo.

Arline: Tenho como parte da missão do Núcleo educar a toda oportunidade, explicar o que é a PNL de raiz. Será que estávamos comunicando bem para dar a opção para aqueles clientes nos encontrarem.

Tatiana: O Mauro tocou num ponto que sempre me incomodou… O da má utilização da pnl…

Azevedo: Na verdade 90% do que é PNL é a boa comunicação, com engenho e arte. Contudo, percebo a pouca base de muitos praticantes de PNL. Eles não lêem o suficiente.

Arline: Foi a má utilização da PNL ou uma incompetência no uso da PNL?

Azevedo: E sem conteúdo, sem leitura, não se sustenta a boa prática.

Tatiana: acho até que ficou um pouco banalizado… muitos cursos de formação e pessoas com pouco aprofundamento… que só participam dos módulos e saem usando de maneira inadequada… até dando cursinhos de pnl por aí

Azevedo: Arline, considero que o profissional que só faz bem os “processos padrão” ainda não é nem um praticante (practitioner). Logo, é a incompetência no uso da PNL.

Tatiana: isso… como acontece em todas as áreas, convenhamos… mas é algo delicado…

Mauro: Arline, como você faria hoje para comunicar melhor o que é a PNL se aparentemente dá liberdade (ao meu ver demais) para o uso do termo por qualquer pessoa em qualquer situação possível? Isso seria possível de contornar? Você não acabaria dizendo ” a PNL assim é mais certa que assado” ?

Azevedo: O problema que a PNL é um “corte transversal” no conhecimento da comunicação.

Arline: Isso aí. A PNL tem como pressuposto epistemológico – não se pode isolar uma parte do sistema. Quem se comporta há de experimentar o retorno das suas ações.

Tatiana: com certeza. Mas vejo muita gente que tem até preconceito com a PNL por achar que é charlatanismo… provavelmente porque tiveram experiências ruins

Arline: Gostaria de ter muito cuidado com pensamento nós versus. eles, tipo, nós queremos cuidar para que eles não consigam isso ou aquilo.

Azevedo: Ou apenas receberam da mídia – que sempre ironizou a PNL – uma imagem ruim.
Tudo bem, este “sempre” é um filtro de generalização…

Marianne: legal Arline

Arline: Bem, falando da minha estratégia…aquilo que foca aumenta, então fico cuidando das pessoas que vão se formar comigo para apresentar os conceitos de ecologia e criar uma cultura onde posso ter uma influência. Quer dizer influência para transmitir os pressupostos e a idéia da importância de uma PNL feita com profundidade

Mauro: Tatiana, concordo contigo, mas não há uma parcela de culpa dos profissionais de PNL de deixam e até incentivam este tipo de associação? Parece-me que a liberdade está começando a sair pela culatra. E o problema da PNL é que ela não quer abrir mão da liberdade, nem tenta imaginar um modo de adaptação ao quadro atual. A proposta do Azevedo me parece mais coerente para resolver uma série de problemas

Azevedo: Pessoal, já é uma e dez da manhã. Oficialmente precisamos ser pontuais. Acho que o meu papo inicial ficou grande demais e reduziu o tempo do debate. Desculpe, foi a primeira experiência. Continuamos abertos, mas quem precisar ir dormir, a sineta vai tocar… (moon.gif)

Mauro: Azevedo, você poderia expor (só com ex. fictícios) algumas das “regras éticas” que poderão nortear o Coaching?

Azevedo: O Coaching precisa se definir como bem diferenciado da psicoterapia.

Arline: Realmente, a luazinha é convidativa. Mas, devo dizer que o papo foi bom de modo que fiquei acordada bem depois da hora que normalmente durmo. Parabéns para todos.

Azevedo: Na lista “Coaching-Brasil” houve uma discussão séria neste sentido.

Marianne: Acho esta postura colocada por Arline muito interessante …. estratégico é gastar anergias na construção do que se refere aos “valores de qualidade desejáveis”, e não perder tanto com as defesas em relação a imagem negativa que ” fazem ” da PNL.

Azevedo: O problema é que, nos últimos vinte anos, os psicoterapeutas assumiram muito as funções de Aconselhamento, com a psicologia humanista. No entanto, isto cria um certo conflito – tanto que os profissionais de Serviço Social, que também são aconselhadores, ficaram com vários problemas para tornar bem identificado o seu trabalho. O Aconselhamento Pessoal – Life Coaching, para ficar mais modernoso – não é necessáriamente psicoterapia. Mas acho difícil que isto seja visto assim sem polêmica. A sociedade vai ter que criar regras mais claras do que é orientação e do que é psicoterapia.

Mauro: Vero, você já leu o ´regimento´ que estas classes usam (sobretudo do Serviço Social)?

Azevedo: Quanto ao Coach profissional, a polêmica é para diferenciar da figura de consultor.

Mauro: Acha que é um problema de definição? Podemos pensar nisso…

Azevedo: É bem diferente – o Consultor orienta por um processo, uma metodologia já aprovada. Isto é, encaixa o cliente (pessoa física ou jurídica) em uma metodologia. O Coach desenvolve o cliente, a partir de sua busca interna, em suas pesquisas criativas pessoais ou profissionais. O sistema é do cliente.

Tatiana: Gente… a conversa foi muito proveitosa e o assunto mais abrangente do que eu imagina. Muito bom! Mas agora tenho que ir… boa noite a todos.

Azevedo: Vamos fechar a janela 01:15, tá? A não ser que alguém reclame…

Mauro: ok dá para levantar o assunto na PNL-brasil ou acha que é mais apropriada outra lista?

Azevedo: A questão de diferenciação do Coaching para o Consultor é de tipo de processo, não de de objeto.

Marianne: é … pego carona com Tatiana ( inté + Mauro : você ficou show na roupagem de Carol, parabéns ) … agradeço, viu Azevedo? Saio super satisfeita !! Boa noite

Mauro: Fiquei menos chato?

Azevedo: Gente, então vamos fechar. Como primeiro chat de PNL, valeu bem a discussão.

Marianne: hehe

Mauro: Inté+

Azevedo: Em resumo, o Coaching vai crescer (tudo leva a crer que sim).

Romeu: Pessoal, também vou indo nessa..

Azevedo: E a PNL vai ficar como uma base.

Romeu: Parabéns pela primeira conferência, sucesso!

Marianne: é isso aí Azevedo, anotei teu recado.

Mauro: mande bala na PNL-Brasil. Palpite… Parabéns!

Azevedo: FECHANDO O DEBATE AGORA.

lainfor2000: Boa noite Azevedo e a todos…. ótima palestra.

Eduardo: boa noite a todos

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